Saimos de Ottawa na quinta-feira a noite, voamos para Bruxelas via Londres… Nem paramos em Bruxelas, pegamos o carro e fomos logo para a “menina dos olhos dessa nossa viagem: Gent (Tudo pela dica: prefira fazer os trajetos de estrada, fora do horario do rush, pois o transito é realmente um caos na Bégica…).


Gent (Gand, em frances, Gent, em holandes e Ghent, em inglês) é uma cidade universitaria com 230 mil habitantes, cortada por canais, e que ainda mantem suas caracteristicas medievais.

Como ela ainda é pouca divulgada entre os guias de viagem e quase nada entre os onibus de excursões, a gente pode cutir a cidade como e com os locais! mas não vá pensando que só por ela não ser divulgada, que ela não vale a pena… muito pelo contrário, Gent tem uma beleza sem igual, com certeza foi a cidade que mais nos identificamos na Belgica….

Chegamos na cidade no final da tarde e um pouco cansados, mas é claro que isso não foi motivo para ficarmos no hotel de bobeira. Tomamos um banho e logo saimos para jantar e dar a primeira espiada na cidade…


Tim-tim … eu no vinho e o Kiko na cerveja (claro!!!)

Andar pelas ruas de Gent foi fantastico; muita moçada na rua, a arquitetuta medieval, as bicicletas quase nos atropelando e aquela sensação gostosa de estar novamente na Europa (depois de 5 anos!!!). Paramos numa praça chamada “Vrijdagmarkt” e lá ficamos (esses nomes holandeses são sempre tão complicados de escrever! Falar então… melhor nem tentar eheheh) …

Paradinha para divagações do jantar: “Se tem algo que me lembra a Bélgica são os croquetes de queijo (todo mundo fala das famosas ostras, mas eu gosto mesmo é dos croquetes!).”


Graslie

No dia seguinte, acordamos cedinho, passamos pelo “Belfort en Lakenhalle” (a torre do sino e do relógio) contruída no século 14 e paramos na rua Graslie (foto acima) para um café da manhã e aproveitar essa coisa gostosa da europa de poder sentar nas mesinhas nas calçadas e deixar o mundo passar na sua frente..

A rua Graslie foi contruida entre os séculos 12 e 16 e era o antigo o porto da cidade. A noite essa rua se transforma no “point” da badalação da cidade. Em outra época, os pré da foto acima dios eram o coração comercial da cidade.


Het Gravensteen

Depois disso, fomos visitar o Het Gravensteen (The Castle of the Counts/ Castelo dos Condes), um Castelo medieval construido em 1180, por Philip da Alsacia, para fins militares.

Em seu interior, há também o museu da tortura, com alguns aparelhos que nem é preciso muito criatividade para entender como era usado. Quando chegamos na guilhotina, havia um painel dizendo que ela era uma replica (o Kiko logo olhou para mim e disse; “ah, entao nem tem graça!“, mas continuando a leitura descobrimos que a lamina era a original! Ops… eu e o Kiko nos olhamos e fizemos aquela cara de conteúdo… :mrgreen: ). O passeio também vale a pena pela vista da cidade.

Depois de mais algumas voltinhas para apreciar a arquitetura da cidade, voltamos ao Vrijdagmarkt (local onde haviamos jantado na noite anterior) e o Kiko foi tomar uma cervejinha no bar “De Dulle Griet” (Vrijdagmarkt, 50). O grande barato desse bar é a cerveja “kwak“, ao pedi-la voce tem que tirar seu sapato e o garçon o coloca numa cesta pendurada no teto atá voce acabar de beber! Uma tradição que teve início com o intuito de ninguém roubar o “famoso” copo dedicado a essa cerveja.

Interior do De Dulle Griet

De la fomos ao Groentenmarkt, um mercado da idade media onde se pode comprar produtos locais, como cerveja Liefmans e Filliers jenever (gin belga). Não esqueça de comprar a famosa “mostarda” Tierentyn” (http://www.tierenteyn-verlent.be/), feita fresquinha ali no local há mais de 200 anos …  divina e super típica! (Olha que idéia legal de souvernir, hein?!)

Passamos também pela Stadhuis (Prefeitura) e é interessante reparar estilos do preédio; renascentista de um lado e Gotico de outro, o que reflete a mudança de estilos durante o decorrer da construção, entre os séculos 16 e 18.

Você sabia? Na Pacificatiezaal (sala da pacificacao) foi assinado o documento “Pacificação de Ghent” em 1567, uma declaração para o mundo dos Paises Baixos, contra as leis espanholas que não permitia a liberdade de religião na região.


E no final do passeio passamos pela Sint-Baafskathedraal (St. Bavos Cathedral); uma catedral que guarda uma combinação dos estilos romanesco e gotico e sua principal atração é a pintura de Jan van Dyck The Mystic Lamb (1432).

E foi assim que conhecemos Gent… proximo post será sobre a famosa e turistica Bruges…

Nosso hotel em Gent: Novotel Gent Centrum [website]: a localização é perfeita, ficaria lá novamente sem problemas!